A Coordenadora de Programas do Instituto para Democracia Multipartidária (IMD), Fidália Maculuve, defendeu o reforço do papel das associações comunitárias como instrumento de prevenção de conflitos, promoção da inclusão social e criação de oportunidades económicas locais, durante uma formação provincial realizada no distrito de Gondola, em Manica. A responsável alertou para os desafios enfrentados por muitas associações que continuam a operar de forma informal, limitando o acesso a financiamento, parcerias e participação nos processos de tomada de decisão comunitária.
O Presidente do Conselho Cristão de Moçambique (CCM), Bispo Rodrigues Dambo, defendeu esta quinta-feira, em Maputo, um maior envolvimento das igrejas na agenda climática, afirmando que os actuais desafios ambientais, sociais e económicos exigem respostas colectivas baseadas na dignidade humana, solidariedade e protecção das comunidades mais vulneráveis. A posição foi apresentada durante a Conferência Nacional sobre Género e Transição Justa, onde apelou ao reforço do diálogo entre Governo, sociedade civil, parceiros de cooperação e comunidades para garantir uma transição climática inclusiva.
A Secretária Permanente do Distrito de Gondola, Inês Augusto Maio, defendeu o fortalecimento do associativismo comunitário como ferramenta estratégica para promover a reconciliação, reintegração comunitária e coesão social. A dirigente assumiu este posicionamento falando nesta terça e quarta-feira, 12 e 13 de maio, na abertura da formação provincial dirigida a organizações da sociedade civil (OSCs), líderes comunitários e associações locais, com o objectivo de fortalecer o associativismo como instrumento de promoção da paz, reconciliação, coesão social e reintegração comunitária.
A coordenadora de programas do Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD), Lorena Mazive, defendeu esta quinta-feira, 14 de Maio, em Maputo, que a transição energética em Moçambique deve ser acompanhada por maior inclusão social, fiscalização parlamentar efectiva e participação activa das comunidades afectadas pelas mudanças climáticas. A intervenção foi apresentada durante a Conferência Nacional sobre Género e Transição Justa, onde alertou para o risco de a economia verde aprofundar desigualdades sociais caso os benefícios do financiamento climático não cheguem às mulheres, jovens e populações rurais.
O Secretário de Estado da Terra e Ambiente, Gustavo Djedje, defendeu esta quinta-feira, 14 de Maio, em Maputo, que a integração da perspectiva de género nas políticas climáticas deve ser encarada como uma prioridade estratégica para garantir uma transição justa e inclusiva em Moçambique. A posição foi apresentada durante a abertura da Conferência Nacional “Do Plano de Ação de Género de Belém à Transição Justa e Inclusiva em Moçambique”, promovida pelo Comité Ecuménico para o Desenvolvimento Social (CEDES), em parceria com o Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD).











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