O Instituto para Democracia Multipartidária (IMD) apelou, este sábado, à participação activa e responsável de todos os segmentos da sociedade moçambicana no processo de auscultação do Diálogo Nacional Inclusivo, cuja fase foi oficialmente lançada na Cidade de Maputo.
Falando em representação do IMD durante as celebrações do Dia da Paz e Reconciliação em Moçambique, pela passagem do dia 4 de Outubro, o Gestor de Projectos, Carvalho Cumbi, destacou que o Diálogo Nacional constitui uma oportunidade histórica para o reforço da reconciliação, da paz e da confiança entre os diferentes actores políticos e sociais do país.
A cidade de Nampula acolheu, recentemente, uma sessão de troca de experiências entre jovens políticos da Finlândia e estudantes e formadores das Escolas para Democracia (EpD) das províncias de Nampula, Zambézia, Niassa e Cabo Delgado. O encontro proporcionou um espaço de diálogo entre diferentes gerações e culturas em torno da promoção da democracia e do fortalecimento da cidadania activa.
Na abertura da sessão, o Coordenador de Programas do IMD, Osman Cossing, destacou a relevância do intercâmbio entre jovens líderes de diferentes contextos políticos e sociais. Sublinhou que, apesar das diferenças ideológicas ou geográficas, os desafios ligados à democracia e à participação juvenil são partilhados.
No âmbito do encontro com a delegação da Finlândia, jovens políticos moçambicanos sublinharam a importância da participação da juventude nos processos de diálogo e reconciliação nacional, realçando tanto os desafios como as oportunidades que o país enfrenta.
O Encarregado de Negócios da Delegação da União Europeia, Duarte Graça, disse no primeiro dia da Conferência sobre os 30 anos de Democracia Eleitoral de Moçambique que a democracia não se esgota nas eleições, mas as eleições são uma condição sine qua non de uma democracia.
Duarte falava no momento de abertura da conferência no qual sublinhava o compromisso da União Europeia com o fortalecimento da democracia, “não apenas através de eleições, mas através de um ecossistema mais amplo de governação, participação e responsabilização”.
Associação Moçambicana de Juízes (AMJ) defendeu, na conferência sobre 30 anos da Democracia Eleitoral em Moçambique, que os tribunais judiciais de distrito são os guardiões da legalidade, também nos processos eleitorais, e os juízes são chamados a decidir com imparcialidade, celeridade e firmeza, para que os conflitos que emergem sejam resolvidos dentro da lei e com justiça.
Este posicionamento foi do Presidente do AMJ, Esmeraldo Matavele, o qual sublinhou que uma justiça eleitoral forte é condição indispensável para que o voto de cada cidadão seja respeitado e para que a democracia seja consolidada.











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